Como a logística reversa pode ser uma importante ferramenta de marketing para as empresas e ajudar na redução de custos de produção

Comprar um produto pela internet, não gostar do que recebeu e poder devolver a mercadoria, sem qualquer custo. Quem já fez uso desse simples sistema de logística reversa já sentiu na pele os encantos – sob o ponto de vista do consumidor – da implantação de sistemas que permitem o contrafluxo na cadeia logística de consumo.

O exemplo é simplista e abrange apenas um aspecto da logística reversa, mas permite entender como a simples existência desses sistemas pode fazer maravilhas para a imagem de uma corporação.

Em linhas gerais, logística reversa é o processo que permite o retorno do consumidor final para o produtor. É o fluxo inverso do processo de consumo e existem duas grandes variáveis: logística reversa de pós-venda e logística reversa de pós-consumo (veja quadro). Em ambos os casos, a logística reversa é promovida para atender a uma necessidade do cliente (eventual troca), atender à legislação quanto à destinação correta de resíduos ou reaproveitamento de materiais pela empresa no processo produtivo.

Apesar de ser ainda tímida no Brasil – com exceção de alguns nichos de mercado –, a logística reversa pode acontecer em diferentes estágios do processo produtivo e não apenas entre vendedor e consumidor final. Há diversos ramos, como o de montadoras, que já exigem de seus fornecedores de matéria-prima sistemas de logística reversa.

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